Amigos

25 de agosto de 2014

Parabéns Catequistas!!!

Parabéns catequistas pelo seu "sim", por silenciar para ouvir o chamado de Deus à esta linda vocação!


Alegria maior não há, pois ela é dupla: servir a Jesus e servir a Jesus com estas pessoas que se dedicam em dizer a todos: "Tú és o Cristo, o filho de Deus!".

16 de agosto de 2014

Primeiro Livro de Samuel: A função da autoridade Lição 24

O nome Samuel significa “aquele que foi chamado pelo Senhor”, nosso Samuel bíblico é filho de Elcana e Ana. Pai de Joel e Abias. Foi apresentado a Eli em comprimento à promessa de sua mãe de que se Deus lhe desse um filho ela o dedicaria ao serviço do Senhor. Samuel nasceu e na sua vida serviu a Eli e ao Senhor fielmente. São dois livros que contam a saga de Samuel. Particularmente o primeiro, no seu começo é de grande demonstração de fé e confiança no Senhor, da parte de Ana, que diante do Senhor derrama a sua vida e as suas lágrimas.

O primeiro livro de Samuel narra acontecimentos que se situam entre 1040 a 1010 a.e.c. Temos aí uma análise crítica do aparecimento da realeza em Israel, análise que pode nos ajudar a avaliar nossos sistemas e pessoas políticas de hoje, se bem que qualquer autoridade pode ser incluída nessa avaliação. 

Há duas versões do surgimento da autoridade política central em Israel: a primeira é contrária e hostil à monarquia (I Sm 8,10,17-27), representando a visão mais democrática das tribos do Norte, que viviam em terras produtivas. A segunda versão é favorável à monarquia (I Sm 9,1-10,16;11) e representa a visão da tribo de Judá, que vivia em terras menos produtivas. Unindo as duas versões, vemos que a autoridade é, ao mesmo tempo, um mal necessário (ela pode se absolutizar, explorar e oprimir o povo) e um dom de Deus (uma instituição mediadora, que deve representar, isto é, tornar presente o próprio Deus, único rei que salva e governa o seu povo).

No seu primeiro livro, Samuel, portanto, mostra uma teologia crítica da autoridade política. Mostra que Deus é o único rei sobre o seu povo. Para ser legítimo, o rei humano (e seus equivalentes no governo) devem ser representantes de Deus, isto é, servir a Deus através do serviço ao povo e a favor da vida. Para clarear mais, para que isso aconteça são necessárias duas coisas: primeiro, reunir e liderar o povo, ajudando-o a proteger-se e a libertar-se dos seus inimigos (I Sm 9,16); segundo, organizar o povo e promover a vida social conforme a justiça e o direito (Sl 72; Dt 17,14-20; Pr 16,12). Portanto, qualquer autoridade que não obedece a Deus e não serve ao povo é ilegítima e má, pois ocupa o lugar de Deus para explorar e oprimir o povo.

Para reflexão:

a) Qual a importância do Primeiro livro de Samuel?

b) Quais as versões sobre o surgimento da autoridade?

c) Qual a função da autoridade política?

d) Ler e comentar I Sm 8.

Queridos amigos e amigas do Blog, Catequistas, os livros de Samuel são grandes riquezas no que se refere a relação do homem com Deus. Não deve ser só lido, mas também rezado, meditado e refletido. Sigamos em frente! O Senhor é conosco e olha por nós!

Encontramo-nos na oração e na Eucaristia.



Org. sem. Alex Sandro Serafim.

11 de agosto de 2014

Semana Nacional da Família na Paróquia Nossa Senhora da Natividade

Nossa paróquia Nossa Senhora da Natividade, Cocal do Sul/SC, também se preparou com muito carinho e dedicação para bem celebrar a Semana Nacional da Família.
A família é chamada a ser santuário da vida, lugar onde Deus estabelece sua morada. Há muitas famílias que vivem o verdadeiro matrimonio no amor, no respeito e na união.


Deus criou o homem e a mulher para viverem no amor. Porém, o agitado mundo em que vivemos, tem gerado muitas desavenças, brigas, agressões que acontecem em nossas famílias. Desta forma, vamos dedicar este tempo para fortificar nossa fé, impedindo que o mal afete nossas famílias. Verifique a programação:



Semana Nacional da Família 2014

Começou neste domingo, 10, com a celebração do Dia dos Pais, a Semana Nacional da Família. O momento proposto pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), organismo vinculado à Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), vai até sábado, dia 16 de agosto com o tema “A espiritualidade cristã na família: um casamento que dá certo”.

A temática quer ajudar as famílias a vivenciarem a espiritualidade. "São gestos de espiritualidade que podem fazer a grande diferença na convivência dos esposos, no crescimento dos filhos na fé, na renovação da alegria pelo amor que se renova no dia a dia pelo dom da graça de Deus", explica o bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, dom João Carlos Petrini. 

A CNPF preparou vários materiais para auxiliar na vivência da Semana Nacional da Família. Tem destaque o subsídio “Hora da Família”, que possui propostas de sete encontros de reflexão sobre a família e dez celebrações como Dia das Mães, dos Pais, dos Avós, Aniversário de Casamento, cidadania e eleições.

Criada em 1992, a Semana Nacional da Família é um evento anual e integra o calendário das paróquias e comunidades de todo o Brasil. Para animar a atividade, a Comissão Nacional elabora o subsídio "Hora da Família", que começou a ser editado desde a vinda de São João Paulo II ao Brasil, em 1994, e passou a ser publicada anualmente, estando em sua 18ª edição.

Viver a espiritualidade

Para o bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, dom João Carlos Petrini, o tema proposto para este ano quer ajudar as famílias na vivência da espiritualidade. De acordo com o bispo, "são gestos de espiritualidade que podem fazer a grande diferença na convivência dos esposos, no crescimento dos filhos na fé, na renovação da alegria pelo amor que se renova no dia a dia pelo dom da graça de Deus".
Hora da Familia 2014


O subsídio "Hora da Família" é organizado em duas partes, sendo sete encontros de reflexão sobre a família e dez celebrações como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Avós, Aniversário de Casamento, Família Cidadã e Eleições, e ainda uma celebração especial para a Copa do Mundo 2014.

Encontros no "Hora da Família 2014"

1º - A espiritualidade cristã na família

2º - A prática espiritual do casal / família: comunhão e fidelidade

3º - Família de Nazaré, modelo de espiritualidade pela confiança e obediência

4º - A Eucaristia Dominical: expressão maior de espiritualidade

5º - A religiosidade e piedade populares no exercício da espiritualidade cristã

6º - Família, Igreja Doméstica: lugar especial de espiritualidade cristã

7º - Desafios da espiritualidade cristã na família pela comunhão


7 de agosto de 2014

Rute: O Amor de Deus é para todos - Lição 23

O livro de Rute é uma história que recorda, de forma emocionante e lírica, o amor à pátria e aos próprios familiares. Entretanto, lendo com mais atenção, vamos descobrir nesse livro um profundo ensinamento religioso e social. Ele é escrito numa determinada época do povo de Deus, quando os israelitas voltam do Exílio da Babilônia e se estabelecem de novo em Judá, no século V a.e.c. Rute aborda dois temas importantes: A inclusão social e religiosa dos estrangeiros na comunidade judaica e a exigência do cumprimento do direito dos pobres.

Rute é uma mulher estrangeira Moabita e os judeus desprezavam o povo de Moab, considerando-os bastardos (Gn 19, 30-38). O texto apresenta uma moabita como bisavó de Davi (Rt 4,13-17) e a mensagem de que se um grande rei era descendente dos moabitas, não haveria razão para desprezar este povo, ou qualquer outro povo estrangeiro. YHWH é um Deus universal e não exclusivo de Israel. Outro tema de destaque em Rute é o resgate de leis que protegiam os pobres e que as autoridades sacerdotais deixavam no esquecimento, tais como: leis do respigar, do resgate e do levirato.

É um tempo em que se tem que recomeçar tudo, pois as antigas tradições foram esquecidas. É preciso fazer uma séria reforma política, economia, social, cultural e religiosa, para que o povo de Deus não perca a sua identidade e não desapareça do mapa. Contudo, não é uma história que ensina somente o povo de Deus daquele tempo, mas é mensagem para nós, povo de Deus hoje.

O autor do livro de Rute coloca os princípios que devem orientar a reorganização de uma comunidade que sofreu grandes abalos. Ensina que o Deus de Israel, o nosso Deus, não aceita leis que, em nome da ordem, obriguem as pessoas a renunciarem a seus direitos básicos, ou que restringem a salvação a um grupo fechado e elitista. 

O livro é uma história emocionante, que fala do amor de Deus, que quer gente de todas as nações formando a sua família, o seu povo. É também uma grave advertência tanto para aqueles que fazem as leis, como para aqueles que obedecem à letra das leis, mas não ao espírito das mesmas: estas devem ser, antes de tudo, um serviço aos pobres e uma defesa do direito de todos terem seu pedacinho de chão. No Segundo Testamento, a estrangeira Rute, protagonista deste livro, é apresentada como uma antepassada de Jesus (Mt 1,5).

Queridos Catequistas, amigos do Blog e todos aqueles que nos acompanham em nosso curso, temos a missão de chegar ao final, de receber a coroa da vitória. Por isso, não desanimem, lutem, estudem, rezem a Palavra de Deus.



Para refletir:

a) Quando foi escrito o livro de Rute?

b) O interesse do livro de Rute está em narrar uma história de família?

c) Qual a mensagem deste livro?

d) Ler e comentar Rt 1.



Encontramo-nos na oração e na Eucaristia.



Org. sem. Alex Sandro Serafim.